Estamos num carro que corre , numa estrada deserta, envolvidos pelo crepúsculo. O vento atravessa as janelas inecessantemente e esta melodia sopra pelas colunas e dá-nos esperança, um espaço para viver o que está para além do mundo fenoménico, para viver esta amálgama de curiosidade, de interrogações sem respostas, de crenças sem fundamento, de alegriass vindas do simples prazer de termos sensações.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
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